FAZER E SER – ÓCIO E INDOLÊNCIA?


FAZER E SER – ÓCIO E INDOLÊNCIA?

Mensagem de Jennifer Hoffman
15 de Abril de 2015




Eu tive um dos dias mais improdutivos na semana passada, um dia que começou com um início muito tardio, cujo destaque foram duas sonecas e algumas conversas telefônicas não planejadas.

No final do dia, quando olhei para a minha lista de coisas a fazer, eu notei que muito pouco foi marcado como “feito”. Tive um momento de arrependimento, seguido de uma compreensão de algo mais: que “ser” era tudo o que eu precisava estar fazendo e eu poderia realizar o meu trabalho mais tarde.

Seja o que for que eu estivesse fazendo, embora eu pensasse que não estivera fazendo nada, era a coisa certa a fazer naquele momento. Eu não estava sendo preguiçosa ou indolente, eu estava participando de um trabalho que não exigia que o meu corpo físico estivesse ocupado em fazer qualquer coisa.

O evento mais marcante naquele dia foi um conversa por telefone com alguém que eu não conhecia, que estava interessada em temas e questões espirituais. Na verdade, nós nunca tínhamos falado sobre estas coisas, embora ela tivesse uma idéia de quem eu sou e do que eu faço.

Mas eu nada tinha a dizer, porque ela fez todas as perguntas e até compartilhou comigo algumas experiências espirituais e intuitivas, incluindo como ela manifestou um jantar com os irmãos Osmond.

Eu poderia ter interrompido a conversa, porque eu tinha coisas a fazer, mas sabia que não havia nada mais importante do que o processamento da energia com esta chamada e estar disponível para que ela compartilhasse as suas histórias comigo.

Esquecemo-nos de que somos seres espirituais em primeiro lugar, e seres humanos, em segundo. Mas a nossa humanidade ocupa tanto de nossa energia que a menos que fiquemos fisicamente desligados, durante estes momentos em que o nosso espírito precisa trabalhar, nossa humanidade assume.

Se você já cuidou de uma criança pequena, sabe quanto tempo e energia ela toma – é assim que o nosso ego ou o nosso lado humano age, às vezes. E assim como você coloca um bebê deitado para uma soneca quando ele fica irritado ou cansado, nosso ser humano deve, às vezes, ser anulado, para que o nosso espírito possa ter algum tempo principal.

Como portais de energia, somos canais para a energia que está tanto entrando, quanto saindo do planeta. Se não estamos energeticamente presentes, então, não podemos facilitar as trocas de energia e quando este trabalho deve acontecer, ele acontece da forma que puder.

Não estamos sendo preguiçosos quando ficamos tão exaustos que temos que descansar, nem estamos sendo ociosos quando não temos qualquer energia para fazermos algo, além de nos sentarmos e contemplarmos a nossa lista de coisas a fazer.

São nestes momentos, quando o nosso “fazer” não acontece, que o nosso “ser” entra em ação. A melhor coisa que podemos fazer é lhe dar espaço suficiente e aproveitarmos o tempo para descansarmos – e temos que fazê-lo, pois nada mais irá acontecer.

O trabalho energético que fazemos não é somente importante; é o nosso propósito de estarmos aqui. Estamos aqui para sermos um canal de energia e o que fazemos com e em nossa humanidade é como usamos a energia que recebemos e compartilhamos no planeta. É também como processamos qualquer energia que está partindo e lhe permitimos sair com graça. Se não estivermos disponíveis para este trabalho, ele não acontece.

Quando o nosso foco é deslocado de fazer para ser, quando a nossa mente quer fazer coisas, mas o nosso corpo não irá cooperar, estamos realmente “fazendo” o que devemos estar fazendo, que é estarmos presentes energeticamente.

Nem sempre isto é conveniente em nossas vidas agitadas, mas deve ser mais importante para nós “sermos” do que “fazermos”, porque tudo fica em segundo plano, quando isto precisa acontecer.

Assim, se você não encontrar a motivação para fazer algo, ou você tem apenas que se deitar e tirar um cochilo, você não está sendo preguiçoso, você está permitindo que o seu lado humano tire um tempo, para que o seu espírito possa realizar algum trabalho.

Aproveite estes momentos e saiba que o trabalho que você está fazendo neste momento é mais importante do que qualquer coisa em sua lista de coisas a fazer e você será capaz de realizar o seu trabalho de “fazer” mais tarde, abençoado por toda a energia que o seu “ser” tornou disponível para você.

Por favor, respeite os créditos ao compartilhar
http://stelalecocq.blogspot.com/2015/04/fazer-e-ser-ocio-e-indolencia.html
http://enlighteninglife.com
Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br
Grata Regina!

Extraído de: http://stelalecocq.blogspot.com

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