Escolhas: a chave do futuro


Chave do Futuro

A todo momento, querendo ou não, estamos a fazer escolhas e a tomar decisões, e assim se desenha o nosso futuro, seja na vida pessoal ou profissional. Até mesmo na decisão de “deixar que as coisas corram” sem um projecto de futuro, estamos a tomar uma decisão, ou seja, não escolher é também uma escolha! A partir desta constatação, nasce a possibilidade de traçarmos um plano de vôo que nos remeta a um futuro mais pleno, gerador de satisfação e significados.
 
Se estivermos mais atentos e conscientes, poderemos ampliar o espectro de possibilidades e gerar opções mais agradáveis para viver num cenário repleto de imprevisibilidades, complexidades e ambiguidades. Se prestar muita atenção às coisas que lhe dão prazer de “ser”, terá boas indicações de que caminhos devem ser tomados, para que os seus talentos possam ser aflorados. O medo e a descrença, são fatores decisivos que podem manter uma pessoa presa a padrões pessoais de insucesso.
 
Hoje, os novos parâmetros de inteligência, dizem-nos que terá mais sucesso aquela pessoa ou profissional que puder suportar o maior número de incertezas ou adversidades no seu dia a dia. Se então associarmos estas compreensões, chegaremos ao novo modelo de talento e competência que é tão desejado.
 
A inteligência profissional geradora da sonhada empregabilidade, ou “trabalhabilidade”, desdobra-se em três aspectos fundamentais: autoconhecimento, plano de desenvolvimento e visibilidade.
 
O autoconhecimento constrói-se na tomada de consciência. É a capacidade que adquirimos de prestarmos atenção ao corpo e ao ambiente e reconhecermos aquilo que nos dá prazer, que nos faz crescer ou não. Acredite que o corpo sempre sinaliza de alguma forma. Assim, desenvolvemos os sinalizadores para adotar comportamentos que devemos mudar.
 
A partir daí, nasce a oportunidade da criação do plano de desenvolvimento, que é o projeto organizado de novas aprendizagens, necessárias quando mudamos a postura de queixa/vítima para agradecermos pelo novo, pelo inesperado, que acaba por nos desafiar a ampliar fronteiras, a descobrir novas capacidades e conhecimentos.
 
Aqui nasce a base do talento, que é descobrir o que gosta e faz tão bem que o torna quase único. A isto chamamos “singularidade”, que se traduz no diferencial competitivo gerador da sonhada visibilidade.
 
Assim é possível a ter a real posse das nossas vidas, pois emprego, trabalho, dinheiro, sucesso e realização serão colocados no seu devido lugar, como consequências e resultantes das escolhas e decisões na construção do futuro.
 
E com a epígrafe da semana, escolhida para resumir o texto e ajudar a pensar, me despeço:
“Obstáculos são aquelas coisas tenebrosas que vemos quando desviamos os olhos dos nossos objetivos.”
(Henry Ford)


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